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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Firefox será o navegador padrão da IBM


A IBM definiu o Firefox como seu browser padrão. É o que anunciou na quinta-feira, 01, o vice-presidente de Linux e software open source da empresa, Robert Sutor, em seu blog pessoal.

O executivo não diz qual era o browser padrão antes dessa decisão, ou mesmo se existia algum, mas seja qual for o programa utilizado por um dos mais de 400 mil funcionários, ele será encorajado a mudar para o Firefox, afirmou.

“Alguns dos programas que usamos não os deixariam surpresos já que nós mesmo que os produzimos, como o Lotus Notes, o Lotus Sametime e o Lotus Symphony. Bem, estamos adicionando mais um software na nossa lista de aplicativos padrão: o Mozilla Firefox”, enfatizou Sutor.

Entre os motivos enumerados pelo executivo para a adoção do navegador estão a compatibilidade, o funcionamento por padrões abertos, o fato de ser open source e as extensões que o tornam customizável, segundo informações do IDG Now!.

Sutor ainda destacou entre as razões da escolha o desenvolvimento por uma comunidade sem relação com corporações. Seria o argumento mais interessante, visto que o Chrome, mesmo sendo open source, pertence à Google; o Internet Explorer é controlado pela Microsoft; e o Safari é desenvolvido pela Apple; restando apenas o Opera, que está a cargo de uma empresa privada, a Opera software.

O executivo, no entanto, não deixa de esclarecer que realmente considera o Firefox mais avançado que seus rivais.

“Enquanto alguns navegadores surgem e outros deixam de existir, o Firefox continua sendo o padrão de qualidade sobre o que um navegador aberto, seguro e compatível deva ser. Sempre aparecerá um que seja mais rápido, outro com mais recursos, mas aí virá um terceiro ainda melhor, incluindo aí o próprio Firefox”, elogiou.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Versões Ubuntu


Sobre a Numeração:

A numeração das versões do Ubuntu são relacionadas com sua data de lançamento. No formato A.MM, ou seja, o primeiro dígito é o ano de lançamento, o segundo é o mês.

Sendo assim, é incorreto falar 8.1 se referindo à versão 8.10, pois o mês lançado foi Outubro e não Janeiro. Versões que já temos:


Ubuntu 4.10: primeira versão do Ubuntu, lançada em 20 de Outubro de 2004.

Ubuntu 5.04: versão que fez a fama do Ubuntu, lançada em 8 de Abril de 2005.

Ubuntu 5.10: lançada em 13 de Outubro de 2005.

Ubuntu 6.06 LTS: primeira versão com Longo Tempo de Suporte1, lançada em 1 de Junho de 2006.

Ubuntu 6.10: versão com reformas estruturais, lançada em 26 de Outubro de 2006.

Ubuntu 7.04: lançada em 19 de Abril de 2007.

Ubuntu 7.10: primeira versão com o Desktop 3D ativado por padrão, lançada em 18 de Outubro de 2007.

Ubuntu 8.04 LTS: segunda versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 24 de Abril de 2008.

Ubuntu 8.10: lançada em 30 de Outubro de 2008.

Ubuntu 9.04: lançada em 23 de Abril de 2009.

Ubuntu 9.10: lançada em 29 de Outubro de 2009.

Ubuntu 10.04 LTS: terceira versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 29 de Abril de 2010.


Sobre os Nomes:

Os nomes das versões são "apelidos" dados pelo time de desenvolvimento do Ubuntu, para chamar, de forma mais familiar, as versões [à serem] lançadas.

Os nomes, para muitos, são considerados aberrações e, realmente, a equipe do Ubuntu tem um gosto meio exótico no que se refere a eles. Sempre é usado o modelo "The + Adjetivo + Animal". No nosso bom português, o nome das versões seriam:

Ubuntu 4.10: The Warty Warthog (O Porco-Africano Verruguento)

Ubuntu 5.04: The Hoary Hedghog (O Ouriço Grisalho)

Ubuntu 5.10: The Breezy Badger (O Texugo Fresco)

Ubuntu 6.06 LTS: The Dapper Drake (O Pato Doméstico Estiloso)

Ubuntu 6.10: The Edgy Eft (A Salamandra Hi-Tec)

Ubuntu 7.04: The Feisty Fawn (O Jovem Bravo Cervo)

Ubuntu 7.10: The Gutsy Gibbon (O Macaquinho Corajoso)

Ubuntu 8.04 LTS: The Hardy Heron (A Garça Durona)

Ubuntu 8.10: The Intrepid Ibex (O Bode Intrépido)

Ubuntu 9.04: The Jaunty Jackalope (O Coelho Elegante)

Ubuntu 9.10: The Karmic Koala (O Koala Kármico)

Ubuntu 10.04 LTS: The Lucid Lynx (O Lince Lúcido)








Publicado por:Danieli,Larissa,Líris,Marcelo e Marina

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Segurança do LINUX

O Linux é seguro?
Muito falamos a respeito da segurança do Sistema Operacional Linux, mas bem sabemos que o Linux também têm suas vulnerabilidades. Quais? As da Microsoft parece que todo linuxer sabe de cor, mas e as vulnerabilidades do próprio sistema operacional?
Pois é. Aqui vai o alerta. Um dia escutei a frase: O Sistema Operacional mais seguro é aquele que você mais domina., e tive que concordar plenamente. Pesquisando então sobre as vulnerabilidades do Linux, esperando encontrar pouca coisa, achei muita gente relatando seus problemas. Até que encontrei no site da SANS (http://www.sans.org/top20) uma pesquisa realizada pela própria SANS junto ao FBI e pude esclarecer esta minha dúvida. A pesquisa aborda as 20 maiores vulnerabilidades encontradas, 10 para servidores Windows e 10 para servidores Unix.
As brechas do Linux
Abaixo estão listadas as 10 maiores vulnerabilidades do Sistema Operacional Linux/Unix, traduzido de Outubro de 2003 e que são válidas ainda hoje:
BIND - O BIND é o principal serviço de ataque dos hackers. A maioria dos bugs já foram resolvidos mas a maioria das pessoas mantém as versões mais antigas por uma questão de funcionalidade e por não disporem de tempo para a migração.
RPC - O RPC é um serviço para a chamadas de procedimentos que serão executados remotamente. É extremamente importante para a funcionalidade da rede interna pois é utilizado para distribuição de carga, processamento distribuído, cliente/servidor, etc. O NFS, que é um dos compartilhamentos de rede mais conhecidos e utilizados, usa diretamente o RPC.
Apache - Sem dúvidas nenhuma é um Web Server bem mais robusto que o IIS, mas não deixa de estar exposto à internet. Vários ataques a sistemas operacionais NIX ocorrem pelo Apache, principalmente para servidores com execução de scripts e permissões de acesso à programas.
Contas de usuários - Esta vulnerabilidade ocorre principalmente sobre contas com senhas fracas ou nulas. Parece ridículo, mas tem pessoas que conseguem invadir sistemas descobrindo senhas pelo método da tentativa e erro, e, geralmente, as senhas são as mais óbvias possíveis. Não é o sistema que é hackeado mas a conta do usuário. Uma vez tendo acesso ao sistema, o hacker pode se tornar bastante incômodo.
Serviço de transferência em ASCII - FTP e e-mail são os programas diretamente relacionados a estes serviços. Tudo que passar por eles e for texto puro, não encriptado (o que ocorre na maioria das instalações), o conteúdo pode ser capturado. Basta alguma informação ou senha secreta para que a porta esteja aberta.
Sendmail - É, talvez, o pior serviço de e-mail do NIX, em comparação com os seus próprios concorrentes. Tende a ser lento e problemático. Mas é o mais utilizado, porque é extremamente operacional. É possível colocá-lo para funcionar rapidamente. Por isto é a maior fonte de furos existente na comunidade. Se puder, substitua.
SNMP - Uma excelente ferramenta administrativa, principalmente para grandes corporações. Mas por ser um projeto baseado na comunicação com a rede, está sujeito à vulnerabilidades. O serviço é ativado por default no sistema Linux, o que causa o esquecimento por parte dos usuários.
SSH - É a solução ideal para acesso remoto seguro, abolindo de vez o Telnet. No entanto, pode se tornar totalmente ineficaz se não for administrado corretamente. Escolha o nível de segurança mais desejado, lembrando que ele é diretamente proporcional ao trabalho para configurá-lo. E não esqueça de proteger chaves privadas dos usuários!
Compartilhamento de arquivos - Ocorre principalmente com NIS/NFS e Samba mal configurados. Podem comprometer a segurança abrindo brechas para ataques externos.
SSL's - Embora sejam extremamente eficazes para criar conexões seguras entre cliente/servidor, os SSL's permitem o acesso ao servidor por parte do cliente. Pode se tornar uma porta para o acesso de hackers
NÃO CONFIE DEMAIS NA SUA SEGURANÇA. A desconfiança é o melhor aliado de um bom administrador.


Estou sem a senha de root do meu Linux, e agora?
Os exemplos abaixo são comuns em casos que precisamos da senha:
Para continuar o trabalho de um administrador de rede que perdeu o serviço de manutenção de um servidor e não deu a senha de root.
Para resolver um problema de invasão, quando alguém descobre a senha do root, muda, e passa a brincar com o seu servidor;
Quando você usou um teclado ruim para mudar a senha do root. Já aconteceu comigo também. Mudei uma senha de root remotamente num PC cujo teclado não funcionava a tecla 7. É claro que mesmo pedindo confirmação, digitei a senha errada (sem saber) duas vezes e assim ficou. No dia que tentei entrar diretamente no servidor a senha não funcionava;
A mais comum: quando esquecemos a senha.
O processo
Na verdade, para quebrar a senha do root temos que editar o arquivo /etc/shadow e apagar os caracteres referentes a senha do root. É SÓ ISSO E PRONTO! O que disserem a mais é perda de tempo.
Para isso você deve dar o boot por uma distribuição live ou um disquete. Neste artigo vou dar o exemplo de uma distribuição live. Pode ser Ubuntu, Kurumin ou qualquer outra. No meu caso usei o Conectiva Live 10.
As distribuições live já montam a partição referente ao HD da máquina, mas a maioria monta como somente leitura, ou seja, você pode ver os arquivos mas não pode salvar nada. Temos então que alterar esta propriedade para permitir leitura/gravação. Ou você faz isso pelo modo gráfico facilmente, ou desmonta e monta de novo, que foi o que fiz.

Grupo Gabriel,Julio,Carlos

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Linux Educacional. Você conhece ?


O linux é um sistema operacional, ou seja, ele é responsável pela interface homem máquina. Foi desenvolvido inicialmente por um estudante finlandês Linus Trovalds em 1991 baseado no sistema operacional Unix e hoje é mantido por comunidades internacionais de programadores, outros profissionais na área de informática, etc.


Já o linux educacional é uma compilação do linux (distribuição debian) com foco em aplicação a laboratório de informática educacional (LIE) e escolas.
Em sua versão 1.0 traz como interface gráfica o KDE 3.5, além de softwares educacionais vem também com aplicativos de uso geral como a suíte de escritório BrOffice.org 2.0, software para gravação de CD/DVD k3b 3.5.5, o browser Iceweasel 2.0.0.3 entre outros.



Caso tenha interesse em testar esta distribuição o download poderá ser feito no site http://www.webeduc.mec.gov.br, box do Proinfo.


(Líris, Marina, Marcelo, Larissa)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

apt-get vs. aptitude

Você, usuário do Ubuntu, Linux Mint e outras distros baseadas no Debian, já deu seu sudo apt-get update hoje? Ou prefere sudo aptitude update? Tanto faz? O apt-get e o aptitude são bastante parecidos, mas é bom saber que há diferenças importantes entre as ferramentas.
Ambos são frontends para o dpkg, o sistema de gerenciamento de pacotes do Debian, e como tal herdado pelas distros filhas. O aptitude nasceu como uma interface orientada a menus em modo terminal, mas também pode (e deve) ser utilizado na linha de comando. O apt-get, por seu turno, faz parte de um conjunto (o qual inclui ainda o apt-cache, o apt-file e o apt-cdrom) de comandos de terminal, e portanto não tem nada parecido com “menuzinhos”.
Se ambos podem ser utilizados praticamente da mesma forma, então qual a diferença entre eles? Vamos aos fatos.

Atualização do cache de pacotes (apt-get update vs. aptitude update)

Para essa tarefa, prefiro o aptitude, pelo simples fato de que, após atualizar o cache de pacotes, ele mostra a contagem de pacotes novos e atualizáveis. Com isso, é possível saber se será necessário dar um aptitude safe-upgrade (ou aptitude dist-upgrade) na sequência para manter o sistema atualizado, sem emitir esse comando.

Gerenciamento de dependências quebradas

Outro ponto em que o aptitude é melhor que o apt-get. Ao tentar instalar um pacote (com aptitude install ), e caso haja pacotes quebrados (ou seja, com dependências não satisfeitas), o aptitude se prontifica a consertá-los, enquanto o apt-get se limita a dizer que é necessário executar o comando apt-get install -f antes de tentar instalar qualquer pacote. Se as sugestões de conserto do aptitude funcionam 100% das vezes, isso já é outra história. Mas pelo menos ele tenta.

Expressões regulares nos nomes dos pacotes

Para isso o apt-get é rei. Vira e mexe, lá estou eu desinstalando e instalando o X Server e todos os drivers de vídeo. O nome do pacote do X Server é xserver-xorg, e os drivers de vídeo seguem o padrão xserver-xorg-. Com o apt-get, é possível executar apt-get remove (ou install) xserver-xorg*, mas com o aptitude, não . Com aquele, consigo (des)instalar todos os pacotes citados com uma única linha de comando.

Limpeza automática de pacotes não mais necessários

Se algum pacote se tornar desnecessário ou obsoleto, o aptitude o removerá automaticamente em sua próxima execução, sem sequer questionar o usuário. O apt-get se adstringe a informar que é preciso executar apt-get autoremove (?!) para se livrar do lixo.

Procurando por pacotes (apt-cache search vs. aptitude search)

Nisso a diferença é puramente cosmética. O aptitude search devolve as informações em colunas alinhadas, mais fáceis de ler.

Fonte:
Goncin


Alessandra e Natália